O ritmo não abranda nas Seleções Nacionais jovens e, desta feita, é a Seleção Nacional sub-16 Feminina que continuará a preparar a participação no W16 EHF European Open 2026.
Este novo momento sucede ao último ciclo de treinos da geração, que decorreu em Almeida entre os dias 11 e 16 de fevereiro. Para este período em Leiria, a equipa técnica liderada por Sílvia Fernandes conta com Filipa Costa e Tomás Silva como treinadores adjuntos. O grupo terá ainda o apoio de João Domingos como treinador convidado e de Andrea Dipp na fisioterapia.
Convocatória da Seleção Nacional de sub-16 Feminina para o Estágio em Leiria (06/04 a 12/04)
No que toca à representatividade dos clubes, o CA Leça destaca-se como o emblema com maior número de jogadoras chamadas. O clube de Leça da Palmeira contribui com três atletas. Com duas representantes surgem Alavarium ACA e CJ Almeida Garrett. As restantes jogadoras convocadas distribuem-se individualmente por nove clubes distintos: AREPA, CA Baltar, CD Feirense, CS Madeira, CSS Pinhal Frades, GC Tarouca, Lagoa AC, NAAL Passos Manuel e Sporting CP.
A poucos dias do início do estágio, Sílvia Fernandes destaca a importância deste momento de trabalho dados os constrangimentos na última concentração:
“O último estágio foi um pouco atípico pois tivemos um vírus que assolou a equipa e fez com que a partir do segundo dia de trabalho não tivéssemos o grupo de trabalho completo, chegando mesmo a treinar apenas com nove atletas. Esta situação não permitiu a melhor observação das atletas nem a concretização total dos objetivos a que nos propusemos.”
Apesar disso, a Selecionadora Nacional mantém um plano abrangente para esta semana de treinos:
“Para este estágio está planeado um elevado volume de trabalho, com o principal objetivo de confrontar as atletas com uma intensidade de trabalho próxima do que é expectável nas competições internacionais. Continuamos muito focados no desenvolvimento técnico-tático individual das atletas. No entanto, em termos ofensivos iremos procurar potenciar a transição ofensiva, bem como, no ataque posicional, a relação entre a primeira e a segunda linha. Do ponto de vista defensivo continuamos a trabalhar o sistema 3:2:1, pois consideramos ser uma base de trabalho fundamental para desenvolvermos os aspetos individuais, mas iremos explorar outros sistemas como o 6:0.”